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BRASIL, Nordeste, TERESINA, SACI, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Informática e Internet MSN -
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Eu + 1 Tikim
Vamos observar os girassóis!
Nossos olhos são seletivos, nós "focalizamos" o que queremos ver e deixamos de ver o restante. Escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais vibrante das coisas, assim como um girassol escolhe sempre estar virado para o sol! Você já reparou como é fácil ficar baixo astral? Baixo astral porque está chovendo, porque tem conta a pagar, porque não tem exatamente o dinheiro ou a aparência que gostaria de ter, porque ainda não encontrou o amor da sua vida, porque a pessoa que você quer e não te quer, porque... É claro que tem hora que a gente não está bem. Mas a nossa atitude deveria ser a de uma antena que tenta, ao máximo possível, pegar o lado bom da vida. Na natureza, nós temos uma antena que é assim: o girassol. O girassol se volta para onde o sol estiver. Mesmo que o sol esteja escondido atrás de uma nuvem. Nós temos de aprender a realçar o que de bom recebemos. Aprender a ampliar pequenos gestos positivos e transformá-los em grandes acontecimentos. Temos de treinar para ser girassol, que busca o sol, a vitalidade, a força, a beleza. Por que só nos preparamos para as viagens, e não para a vida, que é uma viagem? Apreciar o amor que alguém em um determinado momento dirige a você. Apreciar um sorriso luminoso de alegria de alguém que você gosta. Apreciar uma palavra amiga, que vem soar reconfortante, reanimadora. Apreciar a festa, a alegria, o sorriso. E se o mau humor voltar que a volte também a lembrança dos girassóis. Selecione o melhor deste mundo, valorize tudo o que de bonito e bom haja nele e retenha isto dentro de você. É este o segredo de uma vida melhor.
(desconheço o autor)
Bom final de semana a todos. Bjim...
Escrito por Dani às 18h57
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SOLIDARIEDADE
Raul Follerau, em uma de suas narrativas o incansável defensor dos enfermos desvalidos, descreve uma cena singular ocorrida no Ceilão (hoje a paupérrima República do Sri Lanka), na estrada em construção que ligaria a capital, Colombo, ao aeroporto. Com as chuvas das monções o caminhão que transportava Follerau e sua comitiva para o embarque, ficou retido em meio ao lamaçal onde dois enormes tratores da construtora estavam atolados, imóveis. Os tratoristas e os viajantes, além de desconsolados, se preocupavam com a aproximação da noite uma vez que não conseguiriam socorro sem retornar à distante capital e a região, em plena selva, apresentava os perigos da presença de ferozes carnívoros.
Em silêncio aquelas pessoas viram sair da floresta, um grande e lento elefante e sobre ele um cingalês esquálido. O homenzinho dirigiu seu elefante até as proximidades de um dos tratores, desceu, trocou um olhar com o elefante comunicando-se sem gestos ou palavras, tomou uma grossa corda de cima de um dos tratores, amarrou no primeiro trator, ligou-a ao animal e este, vagarosa e firmemente, arrastou a enorme máquina até um local mais firme. Sempre em silêncio fizeram o mesmo com o segundo trator imobilizado. Concluída a tarefa o mirrado homem subiu novamente em seu elefante, dirigiu um acanhado sorriso aos espectadores mudos e pasmos e se embrenhou novamente na floresta sem nada dizer.
Esta cena real marcou profundamente o autor e contém uma lição impressionante de solidariedade (num tempo em que a palavra era pouco utilizada, mas a ação se fazia muito concreta). Naquele fim do mundo, longe da civilização, um nativo, pagão certamente, e um animal, deram uma lição extraordinária, sem gestos, sem palavras, lição de ajuda ao próximo, o dar sem olhar a quem, sem que a mão esquerda soubesse o que fazia a mão direita.
Aquele pequeno grande homem sabia da tremenda força do seu animal e foi sensível ao problema daquelas pessoas. Agiu antes que alguém lhe pedisse, sem tripudiar sobre a fraqueza das poderosas máquinas, inúteis naquele momento; não esperou por agradecimentos ou recompensas e, ao sair, ainda sorriu como se coubesse a ele agradecer a oportunidade de poder ajudá-los.
Felizmente há entre nós irmãos com fé suficiente para "rebocar" elefantes e tratores atolados por este mundo, gente com a fé do tamanho do minúsculo grão de mostarda, com uma confiança em Deus do tamanho do monte Everest e um destemor do tamanho de um oceano, gente disponível ao Senhor e aos irmãos que se entrega à missão de alma e coração.
Eu os conheço. Você os conhece certamente. Nos resta imitá-los, eu e você, esta é a premissa. Ou então continuaremos inúteis, embrenhados em nossa própria floresta, alimentando o nosso egoísmo, esse obeso, fraco e imprestável elefante. Por tudo isto, oremos sempre: Meu Senhor e meu Deus, creio, mas aumentai a minha fé! Amém.
Licio Nepomuceno (comunidade Canção Nova)
O tema SOLIDARIEDADE é sempre atual, mas muito se fala e pouco se faz. Ajudar o outro, se colocar no lugar do outro, estender a mão... que gesto bonito! Mas cada vez mais raro na nossa sociedade individualista, onde as pessoas estão cada vez mais distantes. Falta o calor humano, o gesto, a palavra amiga... Não deixemos que o mundo se transforme no bloco de gelo do egoísmo e da desumanidade. Bjim.
Escrito por Dani às 08h55
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| A esperança é a primeira que nasce! |
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Nenhum brasileiro vai passar fome, todas as crianças vão entrar na escola, cada homem vai ter direito a uma Luana Piovani ou uma Julia Roberts, as rádios vão tocar João Gilberto (ou Djavan, Ana Carolina...) dia e noite. O Corinthians vai ganhar o Rio-São Paulo, a Copa do Brasil, a Libertadores, o Brasileirão... (prefiro que seja o Palmeiras) Romanê Conti será o vinho de todos os jantares. Todas as mulheres vão ter direito a um Rodrigo Santoro ou a um Brad Pitt. O dólar vai valer R$ 1,00. Coxinhas, empadinhas e bolinho de aipim com camarão serão distribuídos nas ruas todos os sábados de manhã. Os juros vão cair para 0,5% ao mês. A inflação vai ser zero. O Tietê (o Parnaíba e o Poti tb) vai ser despoluído. Tom Jobim vai ressuscitar e compor novas canções. Todos os carros serão conversíveis. A dívida externa será perdoada. O Brasil vai emprestar dinheiro para o FMI. Ninguém mais vai jogar lixo na rua. Ninguém de telemarketing vai ligar para a sua casa, nem falar no gerúndio... O horário eleitoral gratuito será eliminado. Todo mundo vai poder morar uns tempos no Rio de Janeiro. As companhias aéreas vão triplicar o programa de milhagem. Cientistas vão descobrir a cura do câncer, Aids e calvície. Os engarrafamentos vão acabar. A Internet vai dar dinheiro. Uma novela inédita do Dias Gomes será encontrada, produzida e levada ao ar. Todos os bueiros do país serão desentupidos. Todas as mulheres ficarão magras sem ter que fazer regime. As reuniões de trabalho serão sempre para decidir e nunca só para reunir. O dinheiro dos impostos se transformará em saúde e educação. Ninguém mais vai usar celulares em restaurantes, teatros e cinemas. Os bailes de carnaval irão voltar. A dengue será erradicada. A Voz do Brasil será tirada do ar. O Guga vai ganhar tudo de novo. O caldo de sururu fará parte da cesta básica. Ninguém mais vai passar em sinal vermelho. Todos os peitos vão ser duros sem silicone. Deus vai aparecer e se declarar oficialmente brasileiro e "eu" vou parar de falar besteiras e desejar tudo de bom pra nós, brasileiros.
Autoria de Washington Olivetto. |
Sonhar nunca é demais... Bjim |
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Escrito por Dani às 19h13
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AMOR CEGO?
Gostaria de relatar uma cena que vi sexta – feira (22/04), que me deixou pensativa e ao mesmo tempo emocionada. Se olhássemos mais ao nosso redor viríamos como a vida nos dá lições.
Vi um casal, sendo que o marido é cego... a esposa o guiava pela rua. Isso me tocou bastante... primeiro, o que fez aquele homem gostar da sua mulher já que ele é cego? Lembrei, hoje a sociedade valoriza tanto o visual! Refleti nisso porque acho que num relacionamento o que importa mesmo é o que somos por dentro, porque essa “casca”, nosso exterior, um dia vai envelhecer, ficar sem atrativos, não que eu seja contra que nós cuidemos do nosso exterior, mas eu acredito que o interior é que fica. Tem uma frase, não lembro quem escreveu, que diz: “case-se com quem você gosta de conversar”. Outra coisa que me chamou atenção nesse casal é a confiança, ou seja, a esposa estava GUIANDO o esposo, você só se deixa guiar por alguém em que sinta confiança. E aquele esposo se deixou guiar pela esposa... num relacionamento tem que haver confiança!! E por fim... o carinho que eles tinham pelo outro. Muita gente pode dizer, mas ele não tinha alternativa, ou só queria alguém para cuidar dele, mas eu não vejo assim, havia carinho entre eles, e ela? Mais uma observação, aceitar o outro como ele é... ele tem uma limitação e ela estava ali cuidando, ajudando... isso é AMOR! Quais as lições então? Gostar do outro pelo que ele é, ter confiança, carinho e AMOR! E você o que acha? Existe AMOR CEGO?
Escrito por Dani às 12h17
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